General Motors pede adiamento do Imposto Seletivo para setor automotivo
Executivo da GM solicita postergação de dois anos na implementação do tributo para garantir isonomia e previsibilidade aos investimentos no Brasil.
Pontos principais
- Fabio Rua, vice-presidente da GM para a América do Sul, defende o adiamento por dois anos do Imposto Seletivo.
- A montadora busca um período de transição mais longo para a adaptação da indústria às novas regras da reforma tributária.
- O executivo argumenta pela necessidade de isonomia na carga tributária aplicada aos veículos no mercado nacional.
- A proposta visa assegurar maior previsibilidade para o planejamento estratégico e os investimentos da empresa no país.
O vice-presidente da General Motors para a América do Sul, Fabio Rua, solicitou formalmente o adiamento por dois anos da implementação do Imposto Seletivo para o setor automotivo brasileiro. A medida, que integra as mudanças trazidas pela reforma tributária, é vista pela montadora como um ponto crítico para a estabilidade do setor. Segundo o executivo, a postergação é fundamental para garantir um período de transição adequado, permitindo que as empresas se adaptem às novas exigências fiscais sem comprometer a competitividade. Além do prazo, a GM defende a aplicação de uma carga tributária isonômica entre os diferentes tipos de veículos, buscando evitar distorções de mercado. O pleito da montadora reflete a busca por maior previsibilidade jurídica e econômica, fatores considerados essenciais para a manutenção e o planejamento de novos investimentos da companhia no Brasil nos próximos anos.
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