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Aliados de Trump articulam restrições a gestantes estrangeiras

Após derrota judicial sobre cidadania, governo busca conter o turismo de parto com novas medidas de controle migratório e investigações criminais.

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Foto: Politico White House
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01/07 às 14:32 · atualizado há 32min

Pontos principais

  • Suprema Corte dos EUA considerou inconstitucional a ordem executiva de Trump que negava cidadania a filhos de não cidadãos.
  • Departamento de Justiça orienta procuradores a usar leis de fraude de visto e lavagem de dinheiro contra redes de turismo de parto.
  • Governo avalia exigir declaração de gravidez em pedidos de visto e proibir entrada de gestantes com base em segurança nacional.
  • Estimativas apontam entre 20 mil e 26 mil nascimentos anuais de filhos de visitantes estrangeiros no país.

Após a Suprema Corte dos EUA declarar inconstitucional a tentativa do presidente Donald Trump de negar a cidadania automática a filhos de não cidadãos, o governo busca novas estratégias para limitar o acesso ao benefício. O foco atual recai sobre o combate ao turismo de parto, com o Departamento de Justiça orientando procuradores a investigar redes envolvidas na prática por meio de acusações de fraude de visto, lavagem de dinheiro e conspiração. Além das investigações criminais, a administração discute medidas administrativas mais rigorosas, como a exigência de que solicitantes de visto declarem se estão grávidas e a possibilidade de proibir a entrada de gestantes no país sob alegações de segurança nacional. Embora esses nascimentos representem uma parcela pequena dos registros anuais, o tema permanece central na agenda de imigração da gestão Trump, que reafirma seu compromisso em restringir o acesso à cidadania americana.

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