A administração Trump amplia a fiscalização contra o 'turismo de nascimento' nos EUA, visando redes que fraudam pedidos de visto para garantir cidadania americana a bebês.
A administração Trump está intensificando o combate ao chamado 'turismo de nascimento' nos Estados Unidos, visando redes que facilitam fraudes em pedidos de visto para que mulheres grávidas garantam a cidadania americana para seus bebês. O Serviço de Imigração e Controle de Aduanas dos EUA (ICE) lançou uma nova “Iniciativa de Turismo de Nascimento” para expor casos de fraude e desarticular essas redes. A Casa Branca afirma que a prática representa um custo para os contribuintes e uma ameaça à segurança nacional.
Uma regulamentação de 2020 já proíbe o uso de vistos temporários com o objetivo principal de obter cidadania americana para um recém-nascido, e os envolvidos podem ser processados por fraude. Embora não haja números oficiais, estimativas de 2020 apontam que entre 20.000 e 25.000 mães viajaram aos EUA para esse fim entre 2016 e 2017. Uma ordem executiva emitida por Trump para não reconhecer a cidadania de crianças nascidas no país, caso nenhum dos pais seja cidadão ou residente legal, foi bloqueada por juízes federais e aguarda decisão da Suprema Corte.
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