A Suprema Corte dos EUA analisa uma ordem executiva do presidente Donald Trump que busca restringir a cidadania automática para filhos de imigrantes nascidos no país, um direito garantido pela 14ª Emenda.
A Suprema Corte dos Estados Unidos iniciou nesta quarta-feira (15) o julgamento do caso "Trump versus Barbara", que contesta uma ordem executiva do presidente Donald Trump. A medida presidencial, assinada em janeiro de 2025, visa restringir a cidadania automática para filhos de imigrantes nascidos em solo americano, um direito atualmente garantido pela 14ª Emenda da Constituição dos EUA. A ação foi movida por uma imigrante hondurenha, Barbara, que considera a ordem inconstitucional.
O governo Trump argumenta que a cidadania automática incentiva a imigração irregular e o "turismo de nascimento". No entanto, especialistas jurídicos apontam que o governo enfrenta uma batalha difícil para reinterpretar a 14ª Emenda, dada a longa tradição e precedentes legais, como o caso Wong Kim Ark de 1898. A decisão da Suprema Corte, esperada para junho ou julho, pode ter implicações significativas para milhões de pessoas e para o futuro da política de imigração dos EUA.
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