Venezuela recebe 1.600 socorristas após terremotos que deixam 1,4 mil mortos
Esforços de resgate se intensificam com apoio internacional, incluindo o envio de novos voos humanitários pelo governo brasileiro.
Pontos principais
- O número de mortos confirmados após os terremotos de magnitudes 7,2 e 7,5 subiu para 1.400, com milhares de feridos.
- O Brasil prepara o quarto voo humanitário, enviando 35 bombeiros e 111 mil itens de medicamentos e insumos médicos.
- Equipes brasileiras já atuam no município de Vargas, enquanto a ONU estima que até 50 mil pessoas possam estar sob os escombros.
- O governo venezuelano mantém o estado de emergência e a suspensão de serviços de transporte para priorizar a logística de socorro.
- A operação internacional de resgate conta com 1.600 especialistas de diversos países, incluindo EUA e Rússia, em meio a tremores secundários.
A Venezuela intensifica nesta quarta-feira as operações de busca por sobreviventes após os terremotos de magnitudes 7,2 e 7,5 que devastaram o país. O número de vítimas fatais subiu para 1.400, enquanto a ONU alerta que até 50 mil pessoas podem estar desaparecidas sob os escombros. Em resposta à crise, o governo venezuelano decretou estado de emergência e suspendeu serviços de transporte e aeroportuários para facilitar o acesso das equipes de socorro, que enfrentam desafios logísticos severos e tremores secundários constantes. O impacto econômico total é projetado em US$ 6,7 bilhões, embora a infraestrutura petrolífera permaneça operacional.
O Brasil reforçou sua missão humanitária com o envio de um quarto voo, coordenado pela Agência Brasileira de Cooperação e pela Força Aérea Brasileira. A nova remessa inclui 35 bombeiros de São Paulo e Minas Gerais, além de cinco kits de calamidade contendo mais de 111 mil medicamentos e insumos médicos. As equipes brasileiras já atuam no município de Vargas, onde realizam resgates de sobreviventes. A mobilização global conta agora com 1.600 socorristas de diversas nações, incluindo EUA e Rússia, que seguem em negociações com as autoridades locais para coordenar a assistência humanitária e mitigar os efeitos da tragédia.
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