O recuo nas taxas de DIs curtos e intermediários reflete o otimismo do mercado com a inflação e a perspectiva de redução da taxa básica de juros.
As taxas de juros dos DIs curtos e intermediários registraram queda nesta sessão, impulsionadas por uma mudança nas expectativas do mercado financeiro quanto à política monetária. O reforço nas apostas de um corte de 25 pontos-base na taxa Selic para a reunião de agosto ocorre após a divulgação do IPCA-15 de junho, que indicou uma melhora nos núcleos inflacionários. Além disso, a queda do petróleo Brent no cenário internacional ajudou a aliviar a pressão sobre a curva de juros local. O contexto econômico também é marcado por dados robustos de emprego, com a taxa de desemprego atingindo 5,6% até maio, o menor nível para o período na série histórica. Paralelamente, o Tesouro Nacional reportou que a dívida pública federal cresceu 2,66% em maio, totalizando R$ 9,033 trilhões, enquanto as taxas longas mantiveram estabilidade.
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