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Juros do Tesouro Direto caem com sinal de corte da Selic e apetite por ativos brasileiros

As taxas do Tesouro Direto registraram queda firme, impulsionadas pelo apetite por ativos brasileiros e o sinal do Copom para corte de juros em março.

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Foto: InfoMoney
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27/01 às 15:56 · atualizado há 5m

Pontos principais

  • As taxas dos títulos do Tesouro Direto caíram nesta semana, com recuos significativos em prefixados e IPCA+.
  • A queda é atribuída ao fluxo sólido de recursos estrangeiros para o Brasil e à melhora do humor global.
  • A decisão do Copom de manter a Selic em 15% e sinalizar cortes futuros impulsionou a queda das taxas.
  • Títulos prefixados como Tesouro Prefixado 2028 e 2032 apresentaram as quedas mais expressivas.
  • Investidores agora especulam sobre a intensidade do primeiro corte de juros, com a maioria esperando 0,50 ponto percentual.

As taxas dos títulos do Tesouro Direto registraram uma nova queda firme nesta semana, refletindo o crescente apetite por ativos brasileiros e um cenário global mais favorável. Títulos prefixados e atrelados à inflação (IPCA+) apresentaram recuos significativos, impulsionados por um fluxo sólido de recursos estrangeiros para o Brasil e a melhora do humor global. A curva de juros brasileira também se beneficia da queda nos rendimentos dos Treasuries americanos.

O principal catalisador recente foi a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de manter a Selic em 15%, mas sinalizar um possível corte de juros em março. Essa sinalização impactou positivamente os títulos, com os prefixados apresentando as maiores quedas. O mercado agora especula sobre a intensidade do primeiro corte, com a maioria esperando uma redução de 0,50 ponto percentual. Analistas da Warren Investimentos e Bank of America comentam a necessidade de calibração da taxa de juros e as expectativas para os próximos cortes.

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