O estoque da dívida atingiu R$ 9,033 trilhões, impulsionado pela emissão de títulos atrelados à Selic, apropriação de juros e aumento da liquidez.
O estoque da Dívida Pública Federal brasileira superou a marca de R$ 9 trilhões em maio, registrando um crescimento de 2,66% em relação ao mês anterior. Segundo dados do Tesouro Nacional, o avanço foi impulsionado por R$ 134,46 bilhões em emissões líquidas e R$ 99,94 bilhões em apropriação de juros. A dívida interna permanece como o principal componente do montante, totalizando R$ 8,692 trilhões, com os títulos indexados à Selic representando 48,99% da carteira, mantendo-se dentro das metas estabelecidas no Plano Anual de Financiamento. O custo médio acumulado da dívida nos últimos 12 meses atingiu 12,31% ao ano.
Para garantir a estabilidade do financiamento, o governo elevou seu colchão de liquidez em 10,9%, alcançando R$ 1,211 trilhão, valor suficiente para cobrir 9,14 meses de vencimentos. Paralelamente, o cenário revelou uma retração na participação de investidores estrangeiros na dívida interna, que recuou para 10,14%. Analistas apontam que a redução do apetite externo reflete as crescentes tensões geopolíticas globais, que têm levado investidores a buscar ativos de menor risco em mercados internacionais, impactando a composição da dívida brasileira.
Times Brasil • 26 jun, 18:15
Folha de São Paulo - Mercado • 26 jun, 17:45
Agência Brasil - EBC • 26 jun, 17:10
29 mai, 09:45
27 mai, 16:31
30 abr, 10:10
27 abr, 16:07
31 mar, 10:03
Carregando comentários...