O governo federal busca aumentar o quadro da CVM e pedirá ao STF a revisão do repasse obrigatório de 70% das taxas arrecadadas ao Tesouro Nacional.
O governo federal articula uma estratégia para fortalecer a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), focando na expansão do quadro de servidores e na obtenção de maior autonomia financeira. A iniciativa prevê a criação de novos cargos na autarquia e uma consulta ao Supremo Tribunal Federal (STF) para flexibilizar a regra atual, que exige o repasse de 70% das taxas arrecadadas pelo órgão ao Tesouro Nacional. A medida busca contornar limitações impostas por decisões judiciais anteriores, permitindo que a CVM utilize uma parcela maior de suas receitas próprias para custear suas operações e investimentos internos. A movimentação é vista como um passo fundamental para a modernização da regulação do mercado de capitais brasileiro, garantindo que a entidade possua os recursos necessários para acompanhar a complexidade crescente do setor financeiro nacional.
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