Após uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que reconheceu a asfixia orçamentária da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a autarquia apresentou ao Ministério da Fazenda um plano emergencial de reestruturação. Com a garantia de acesso a cerca de R$ 560 milhões adicionais, provenientes da Taxa de Fiscalização dos Mercados de Títulos e Valores Mobiliários, o órgão busca modernizar sua infraestrutura tecnológica e operacional. O pacote de 22 medidas foca na eficiência administrativa, incluindo a contratação de pessoal e a implementação de ferramentas de inteligência artificial para otimizar a análise de dados. A iniciativa visa reduzir em 20% o estoque de processos sancionadores até o final de 2026, além de fortalecer a cooperação com órgãos como o Banco Central, o COAF e a Polícia Federal para aumentar a eficácia no combate a irregularidades no mercado financeiro brasileiro.
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