Teerã ameaça ativos de Musk no Oriente Médio em retaliação a ataques dos EUA, intensificando a tensão geopolítica na região do Estreito de Ormuz.
A tensão entre Washington e Teerã atingiu um novo patamar após a agência estatal iraniana Fars classificar empresas de Elon Musk, incluindo a Starlink, como alvos militares legítimos. O governo iraniano justifica a ameaça alegando que a infraestrutura tecnológica do empresário tem sido utilizada para apoiar operações militares dos Estados Unidos na região. O cenário de conflito se agravou após a queda de um helicóptero americano no Estreito de Ormuz, evento que desencadeou uma série de ataques aéreos retaliatórios pelos EUA.
O presidente Donald Trump confirmou que os EUA investiram US$ 250 milhões em bombardeios contra alvos iranianos na última quarta-feira. Além da ofensiva militar, Trump sugeriu a possibilidade de assumir o controle da Ilha de Kharg, infraestrutura petrolífera estratégica do país. A retórica iraniana contra gigantes de tecnologia reflete a tentativa de Teerã de pressionar interesses ocidentais em meio à crescente instabilidade no Oriente Médio, enquanto a SpaceX mantém silêncio sobre as ameaças.
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