Mulheres identificadas em documentos judiciais do caso Epstein enfrentam perseguição e adotam medidas de segurança extrema por medo de ataques.
A divulgação de documentos judiciais relacionados ao caso de Jeffrey Epstein resultou em uma onda de ameaças e perseguições contra as vítimas identificadas nos autos. Entre os casos relatados, a brasileira Marina Lacerda afirmou que passou a dormir armada em sua residência por receio de invasões. A exposição pública de dados pessoais sem o devido sigilo pelo Departamento de Justiça dos EUA expôs dezenas de mulheres a ataques em redes sociais e intimidações diretas. Segundo um levantamento da agência Reuters, ao menos 23 vítimas enfrentam situações de vulnerabilidade, o que as obrigou a investir em protocolos rigorosos de segurança privada. O caso destaca o impacto persistente do escândalo de abuso sexual liderado por Epstein, que faleceu sob custódia em 2019, e sua ex-companheira Ghislaine Maxwell, atualmente condenada a 20 anos de prisão.
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