Uma brasileira, identificada como Ana, detalhou ter sido aliciada em São Paulo para a rede de Jeffrey Epstein, com o caso sendo investigado pelo Ministério Público Federal.
Uma brasileira, identificada como Ana, revelou ter sido aliciada em São Paulo para a rede de Jeffrey Epstein, o financista americano acusado de crimes sexuais. Segundo seu depoimento, ela foi recrutada por uma cafetina por US$ 10 mil, sob a promessa de uma carreira de modelo. Ana descreveu encontros com Epstein em um hotel de luxo na capital paulista, festas e viagens a Paris e à ilha particular do bilionário no Caribe. Para facilitar as viagens, ela obteve um visto americano através da agência de modelos de Jean-Luc Brunel, cúmplice de Epstein.
O relato de Ana, que foi corroborado por documentos e depoimentos do caso Epstein divulgados pelas autoridades americanas, levou o Ministério Público Federal (MPF) a abrir uma investigação. O MPF considera o caso como possível tráfico de pessoas, buscando desvendar a extensão da rede de Epstein no Brasil. A participação de vítimas como Ana é crucial para as investigações, que visam mapear e responsabilizar os envolvidos na complexa rede de aliciamento.
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