Novos registros penitenciários trouxeram à tona a frequência das visitas de uma ex-namorada de Jeffrey Epstein durante o período em que o criminoso cumpria sua primeira pena de 13 meses por aliciamento sexual de menores. Os documentos indicam que a mulher esteve presente na unidade prisional em 67 ocasiões, um dado que reforça as suspeitas de investigadores sobre seu papel como possível cúmplice na rede de exploração montada por Epstein. A mulher, contudo, sustenta a versão de que também foi vítima do esquema. O caso permanece sob intenso debate público e jurídico, especialmente devido ao fato de a figura central possuir imunidade legal, o que inviabiliza sua responsabilização criminal. A revelação reacende discussões sobre a extensão da rede de apoio de Epstein e a eficácia das investigações que concederam imunidade a indivíduos próximos ao criminoso.
21 mai, 20:02
13 mai, 11:31
6 mai, 21:01
11 mar, 07:00
3 fev, 18:29
Carregando comentários...