Estudantes encerram greve na USP após quase dois meses
Assembleia estudantil votou pelo fim da paralisação, enquanto grupo independente foi detido após invasão à administração central da universidade.
Pontos principais
- O DCE da USP anunciou o encerramento da greve que durou quase dois meses.
- A paralisação reivindicava melhorias em moradia, alimentação e bolsas estudantis.
- Seis jovens foram detidos pela Polícia Militar após invadirem o prédio da Administração Central.
- A invasão deixou três seguranças feridos e causou danos ao patrimônio público.
- O DCE afirmou não ter relação com o grupo responsável pela invasão do prédio.
Após quase dois meses de paralisação, os estudantes da Universidade de São Paulo (USP) decidiram encerrar a greve que reivindicava melhorias em áreas essenciais como moradia, alimentação e bolsas de auxílio. A decisão foi formalizada pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE) em assembleia, ficando a critério de cada curso a definição sobre o retorno imediato às atividades acadêmicas. Paralelamente ao fim do movimento, a Polícia Militar deteve seis jovens que invadiram o prédio da Administração Central da universidade. O episódio resultou em danos ao patrimônio e deixou três seguranças feridos. O DCE repudiou o ato e esclareceu que o grupo responsável pela invasão não possui vínculo com a organização da greve estudantil. O encerramento da paralisação marca uma tentativa de normalização do calendário acadêmico, apesar das tensões geradas pelos incidentes recentes no campus.
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