A ocupação da reitoria da Universidade de São Paulo (USP) entrou em nova fase após estudantes decidirem permanecer no prédio, em protesto contra o encerramento unilateral das negociações pela gestão da instituição. O movimento, que já dura três semanas, exige o reajuste do Programa de Apoio à Permanência e Formação Estudantil (PAPFE) para o valor do salário mínimo paulista, além de melhorias urgentes na infraestrutura dos restaurantes universitários e do Conjunto Residencial da USP (CRUSP), onde foram denunciadas condições insalubres. Em resposta, a reitoria classificou a ocupação como uma escalada de violência e informou ter acionado forças de segurança para evitar danos ao patrimônio. Os estudantes, por sua vez, criticam a prioridade orçamentária da universidade, apontando o contraste entre a recente aprovação de gratificações para docentes e a proposta de auxílio estudantil apresentada pela administração.
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