A desocupação da reitoria da Universidade de São Paulo (USP), realizada pela Polícia Militar, gerou um confronto de versões entre o movimento estudantil e o governo estadual. Estudantes que ocupavam o prédio desde a última quinta-feira, em protesto por melhorias na moradia e nos restaurantes universitários, denunciaram o uso de bombas de efeito moral e gás lacrimogêneo, classificando a operação como abusiva. Em contrapartida, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo sustentou que a intervenção foi legal, justificando a ação pelo estado de flagrante delito e pelo uso moderado da força para conter danos ao patrimônio público. O episódio resultou na detenção de quatro alunos, que foram liberados após o registro da ocorrência. A polícia informou ainda a apreensão de itens ilícitos no local, intensificando o debate sobre os limites da autonomia universitária e a atuação das forças de segurança em campi brasileiros.
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