Estudantes da USP realizam protesto em São Paulo por melhores condições
Alunos em greve há quase um mês exigem diálogo com a reitoria da USP e protestam contra cortes orçamentários e a precarização do ensino.
Pontos principais
- A greve estudantil na USP completa quase um mês com pautas sobre permanência estudantil e fim da terceirização de restaurantes.
- Manifestantes protestam contra cortes no orçamento universitário e denunciam uso excessivo de força policial na desocupação do campus.
- A reitoria da USP instituiu uma Comissão de Moderação e Diálogo Institucional para tentar retomar as negociações com os alunos.
- O ato na capital paulista recebeu apoio de professores municipais e parlamentares de partidos de esquerda.
Estudantes da Universidade de São Paulo (USP) realizaram um novo protesto no centro da capital paulista para pressionar a reitoria por melhores condições de permanência estudantil e o fim da terceirização de serviços nos restaurantes universitários. O movimento, que já dura quase um mês, também se posiciona contra os cortes orçamentários que, segundo os alunos, têm precarizado o ensino público na instituição. A tensão aumentou após a recente desocupação do campus, marcada por denúncias de abuso de força policial.
Em resposta à mobilização, a reitoria anunciou a criação de uma Comissão de Moderação e Diálogo Institucional, visando estabelecer um canal de negociação com os grevistas. O ato recente contou com a participação de professores da rede municipal e parlamentares, evidenciando a ampliação do debate sobre o financiamento e a gestão das universidades públicas no cenário atual.
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