A política imigratória rigorosa do governo Trump tem impactado a logística de seleções e oficiais estrangeiros durante a Copa do Mundo.
A realização da Copa do Mundo nos Estados Unidos tem sido marcada por episódios de tensão envolvendo as políticas imigratórias do governo de Donald Trump. Recentemente, a seleção do Senegal foi submetida a uma inspeção rigorosa na pista do aeroporto de Houston, com o uso de detectores de metal e revista detalhada de bagagens. Paralelamente, o árbitro somaliano Omar Artan teve sua entrada no país negada pelas autoridades de fronteira, apesar de possuir toda a documentação e o visto necessários para atuar na competição. A Federação da Somália manifestou repúdio à decisão, classificando o impedimento como injustificado. Esses incidentes refletem o endurecimento das normas de controle migratório implementadas pela atual gestão, que têm gerado desafios logísticos e diplomáticos para as delegações estrangeiras que participam do torneio em solo americano.
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