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Restrições de vistos dos EUA afetam jornalistas e torcedores na Copa 2026

Políticas migratórias dos EUA dificultam a entrada de jornalistas e torcedores senegaleses, impactando a cobertura e a presença nas arquibancadas.

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Foto: InfoMoney
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16/06 às 15:33 · atualizado 21:04

Pontos principais

  • Jornalistas senegaleses receberam vistos de entrada única, impossibilitando o deslocamento ao Canadá para cobrir partidas do torneio.
  • A administração Trump suspendeu total ou parcialmente a emissão de vistos para 39 países, afetando delegações e torcedores.
  • A seleção do Senegal tem contado com o apoio de imigrantes e fãs locais devido à ausência de torcedores impedidos de entrar nos EUA.
  • A FIFA, por meio de Gianni Infantino, enfrenta críticas pela falta de coordenação na emissão de vistos para o evento.

A política migratória rigorosa adotada pela administração Trump tem gerado obstáculos logísticos significativos para a Copa do Mundo de 2026. Além das restrições enfrentadas por jornalistas senegaleses, que receberam vistos de entrada única impedindo o deslocamento ao Canadá, torcedores de diversas nações também têm tido o acesso negado aos Estados Unidos. A medida, que suspendeu a emissão de vistos para 39 países, forçou a seleção do Senegal a buscar apoio de imigrantes e fãs locais durante sua estreia em Nova York. Enquanto a FIFA tenta assegurar a hospitalidade do torneio, a disparidade nos critérios de concessão de vistos — que variam conforme o país de origem — tem sido alvo de críticas por parte de delegações e entidades esportivas, que apontam a falta de coordenação como uma barreira ao exercício profissional e à participação do público no evento.

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