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Trump defende restrições de vistos para a Copa do Mundo de 2026

O governo Trump mantém políticas migratórias rígidas na Copa de 2026, enfrentando críticas diplomáticas, desafios logísticos e baixa ocupação hoteleira.

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Foto: Axios - Main
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10/06 às 20:15 · atualizado 11/06 às 06:31

Pontos principais

  • O governo Trump justifica as restrições de vistos e barreiras migratórias como protocolos essenciais de segurança nacional.
  • Ocupação hoteleira nas cidades-sede está 20% abaixo das expectativas, enquanto sindicatos de estádios ameaçam greves por presença de agentes.
  • Atletas, árbitros e jornalistas relatam dificuldades de entrada, gerando críticas internacionais e pedidos de revisão pela ONU.
  • A administração americana flexibilizou exigências de fiança para certos indivíduos visando mitigar impactos diplomáticos no torneio.
  • Cerca de 180 mil ingressos permanecem disponíveis para venda em meio aos desafios logísticos e diplomáticos do evento.

O presidente Donald Trump reiterou a defesa das rigorosas políticas de vistos para a Copa do Mundo de 2026, classificando os entraves como medidas necessárias de segurança. Apesar do sucesso comercial celebrado junto à Fifa, o evento enfrenta dificuldades crescentes, incluindo relatos de atletas e jornalistas retidos em aeroportos e a ameaça de greves por parte de sindicatos de trabalhadores de estádios, preocupados com a presença ostensiva de agentes de imigração. Além das tensões diplomáticas e críticas da ONU, o setor de turismo registra ocupação hoteleira abaixo do esperado em cerca de 80% das cidades-sede. Em resposta aos impactos logísticos, a administração americana iniciou a flexibilização de algumas exigências, como a dispensa de fianças de visto para grupos específicos, enquanto tenta equilibrar a postura firme de controle migratório com a complexidade de sediar um torneio global.

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