Tensões entre Irã e Israel mantêm fluxo marítimo abaixo da média, com previsão de normalização apenas após a resolução do conflito regional.
O tráfego marítimo no Estreito de Ormuz enfrenta um cenário de incerteza prolongada, com traders e analistas prevendo que a normalização das operações não ocorra antes do fim de 2026. A escalada das tensões militares entre Irã e Israel, marcada por trocas de ataques diretos no último domingo, reduziu drasticamente as expectativas de uma retomada rápida do fluxo comercial na região. Atualmente, o mercado considera como normal o tráfego que supera a média de 60 navios em sete dias, patamar que permanece distante devido à instabilidade geopolítica. O presidente Donald Trump reforçou a gravidade da situação ao declarar que o bloqueio deve ser mantido até que um acordo de paz final seja estabelecido entre os países envolvidos. A persistência dessa restrição impacta diretamente as cadeias globais de suprimentos e o mercado de energia, que dependem da rota para o transporte de petróleo e gás.
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