O retorno ao modelo presencial foca na mentoria e cultura organizacional, superando a visão de que a medida visa apenas o controle de produtividade.
O movimento de retorno ao trabalho presencial nas empresas tem sido impulsionado pela necessidade estratégica de formação profissional e transmissão de cultura organizacional. Diferente da percepção de que a exigência visa apenas o controle de produtividade, gestores apontam que o ambiente físico é essencial para o aprendizado informal e a mentoria, fatores que apresentam dificuldades de replicação em plataformas digitais. Estudos do Federal Reserve Bank de Nova York reforçam essa visão, destacando que profissionais em início de carreira enfrentam desafios de inserção em ambientes totalmente remotos. Como resposta, companhias têm investido na infraestrutura de edifícios corporativos para transformar o escritório em um polo de desenvolvimento. Segundo dados da Gupy, a tendência de adoção de modelos presenciais e híbridos deve se manter, consolidando o espaço físico como um componente central na estratégia de retenção e capacitação de talentos.
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