Após a pandemia, o modelo híbrido de trabalho se consolida, valorizando o escritório para colaboração e cultura, enquanto o remoto foca na concentração.
Após o período da pandemia de Covid-19, empresas globais e brasileiras estão redefinindo suas estratégias de trabalho, com um movimento notável de retorno aos escritórios. O modelo híbrido emerge como o novo padrão, defendido pela maioria dos CEOs e executivos, que buscam equilibrar a flexibilidade do trabalho remoto com a necessidade de interação presencial. Este novo formato valoriza o escritório como um espaço crucial para a colaboração, o desenvolvimento da cultura organizacional, a formação de talentos e a inovação, enquanto o trabalho remoto é mantido para atividades que exigem maior concentração individual.
Essa transição reflete uma busca por otimização, onde o contato presencial é visto como fundamental para a coesão da equipe e o desenvolvimento profissional, como exemplificado pela TCS Brasil, que adotou o modelo 100% presencial. Ao mesmo tempo, a flexibilidade do trabalho híbrido é um fator importante na atração e retenção de talentos, e os escritórios estão sendo redesenhados para promover reuniões estratégicas e interações, com a redução do tempo de deslocamento sendo um benefício estratégico para o bem-estar dos funcionários.
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