Conforto térmico e qualidade do ar são decisivos para o trabalho presencial
Pesquisas indicam que o conforto físico no escritório, especialmente a temperatura, é prioridade para funcionários e afeta a retenção de talentos.
Pontos principais
- Dados da GPS Air mostram que 61% dos trabalhadores preferem ar fresco a benefícios corporativos em ambientes com desconforto térmico.
- A qualidade do ar e a temperatura são fatores determinantes para a produtividade e a disposição de retorno ao modelo presencial.
- Estudos apontam que mulheres são mais impactadas pelo frio excessivo em ambientes climatizados.
- O cumprimento da Norma Regulamentadora NR-17 é essencial para garantir o conforto térmico e a conformidade legal das empresas.
A experiência física dentro do ambiente de trabalho tornou-se um pilar central na estratégia de retenção de talentos e na cultura organizacional. Embora empresas frequentemente foquem em benefícios intangíveis, pesquisas recentes da GPS Air revelam que 61% dos colaboradores priorizam a qualidade do ar e o conforto térmico acima de outras comodidades. O desconforto causado por sistemas de climatização inadequados não apenas reduz a produtividade, mas também impacta a percepção dos funcionários sobre a gestão, sendo uma queixa recorrente, especialmente entre mulheres. Além de ser uma questão de bem-estar, o controle da temperatura é uma exigência da Norma Regulamentadora NR-17. Portanto, investir em infraestrutura de climatização e ventilação deixou de ser apenas uma questão de manutenção predial para se tornar um fator estratégico na decisão dos profissionais sobre o retorno ao escritório e na manutenção de um ambiente de trabalho saudável.
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