Presidente dos EUA diz que acordo com Irã está em curso, enquanto Teerã nega avanços e Hezbollah mantém recusa a trégua no Líbano.
O cenário diplomático entre Estados Unidos e Irã apresenta versões contraditórias. Enquanto o presidente Donald Trump afirmou que as negociações avançam e preveem a reabertura imediata do Estreito de Ormuz, o governo iraniano negou publicamente a existência de progressos. Trump reiterou que não permitirá que o Irã desenvolva armas nucleares e sinalizou que um encontro com o aiatolá Ali Khamenei poderá ser realizado caso um acordo de paz seja formalizado. A administração americana busca, simultaneamente, mediar o fim do conflito entre Israel e o Hezbollah no Líbano, embora a milícia tenha rejeitado os termos de trégua propostos por Washington.
A persistência dos conflitos armados na região desafia a capacidade de mediação da Casa Branca, que enfrenta um impasse diplomático com Teerã e a recusa do Hezbollah em cessar os combates. Paralelamente às questões geopolíticas, o presidente Trump concentrou esforços na política interna ao anunciar um investimento de US$ 700 milhões para fortalecer a indústria de carvão americana. O presidente criticou subsídios destinados a energias renováveis, como a eólica, defendendo que o uso do carvão é uma estratégia necessária para reduzir os custos energéticos do país.
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