Pequim contesta alegações do governo americano e exige o fim do embargo econômico imposto à ilha caribenha.
O governo da China criticou formalmente a administração do presidente Donald Trump, acusando os Estados Unidos de inventarem alegações de terrorismo para justificar a manutenção do embargo econômico contra Cuba. A declaração ocorre após o Secretário de Estado, Marco Rubio, reiterar que o governo americano possui convicção sobre o envolvimento cubano com grupos violentos no hemisfério ocidental, dispensando a apresentação de novas evidências. Para Pequim, a postura de Washington é uma manobra política que ignora os danos humanitários e financeiros causados pelas sanções de décadas à população cubana. A China, que mantém laços estreitos com Havana, reforçou seu apoio ao governo da ilha e reiterou a exigência internacional pelo fim do bloqueio comercial e financeiro, classificando as medidas como uma violação da soberania e um obstáculo ao desenvolvimento econômico do país.
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