A tensão diplomática entre Washington e Havana atingiu um novo patamar após o governo de Donald Trump classificar Cuba como uma ameaça à segurança nacional. O endurecimento da política americana inclui o indiciamento de Raúl Castro por crimes cometidos em 1996 e a implementação de um rigoroso bloqueio ao petróleo, medidas que têm agravado severamente a crise energética e humanitária na ilha. Enquanto o chanceler cubano denuncia as ações como pretexto para uma intervenção militar, o governo americano mantém o foco na deslegitimação do regime, negando planos imediatos de ataque e oferecendo US$ 100 milhões em ajuda humanitária como forma de apoio direto à população.
O cenário de escalada é acompanhado por movimentações estratégicas em ambos os lados. Relatos indicam que Cuba estaria reforçando seu arsenal com drones militares, enquanto os Estados Unidos intensificaram voos de inteligência próximos ao território cubano. Analistas sugerem que a estratégia de Washington visa sufocar o sistema cubano economicamente para forçar mudanças internas a médio prazo. A situação é agravada pela prisão recente de uma cidadã cubana nos EUA, acusada de colaborar com Havana, mantendo as nações em posições antagônicas e elevando a incerteza sobre o futuro das relações bilaterais.
Times Brasil • 22 mai, 11:00
G1 Mundo • 22 mai, 07:32
BBC Brasil • 22 mai, 06:51
21 mai, 18:32
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