Governo dos EUA propõe tarifas de até 25% sobre produtos brasileiros, mas mantém isenções estratégicas em setores como aviação e minerais críticos.
A proposta do governo de Donald Trump de impor tarifas de até 25% sobre produtos brasileiros tem gerado uma corrida estratégica no setor empresarial. Para mitigar impactos financeiros, companhias brasileiras aceleram planos de internacionalização, priorizando a instalação de unidades físicas nos EUA e a busca por vistos de investidor, como EB-5 e L-1. A medida, alinhada à agenda protecionista da administração, visa fortalecer a produção interna americana, replicando estratégias observadas em tensões comerciais anteriores.
Contudo, a lista de sobretaxas excluiu setores estratégicos como aviação civil, café, petróleo e terras raras. A isenção reflete a dependência americana de insumos brasileiros e a necessidade de reduzir a influência chinesa em minerais críticos. Enquanto o governo brasileiro busca uma solução negociada, as propostas seguem para consulta pública, com decisão final prevista para julho de 2026.
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