O senador Rogério Marinho posicionou-se contra a imposição de uma regra única para o fim da escala 6x1, defendendo a flexibilização das relações trabalhistas como alternativa. Por meio da chamada PEC da Liberdade, o parlamentar propõe que as jornadas sejam definidas via negociação, respeitando o limite constitucional de 44 horas semanais. Segundo Marinho, a diversidade dos setores econômicos brasileiros exige modelos adaptáveis, e uma redução obrigatória sem o devido ganho de produtividade poderia gerar efeitos colaterais graves, como o aumento da informalidade e a inviabilização de pequenos negócios. A proposta mantém direitos garantidos, como férias e 13º salário, e o senador defende que o tema seja debatido com cautela no Senado, elogiando a postura do presidente da Casa, Davi Alcolumbre, sobre a condução da matéria.
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