O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, defende a redução da jornada para 40 horas semanais e o fim da escala 6x1, mas com cautela para não prejudicar a economia.
O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, defendeu a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais e o fim da escala 6x1, assegurando que a medida não resultará em aumento da informalidade. Marinho, no entanto, alertou para a necessidade de cautela na implementação para não "engessar" a economia, apesar de reconhecer o clamor dos trabalhadores.
O ministro descartou a concessão de subsídios ou benefícios governamentais generalizados para empresas como compensação pela diminuição da jornada, citando as atuais condições fiscais do país. Contudo, admitiu a necessidade de avaliar a possibilidade de apoio estatal a setores "ultra específicos" que possam ser significativamente impactados. Ele enfatizou que a solução reside na melhoria do ambiente de trabalho e no aumento da produtividade, e não em benefícios fiscais, priorizando um modelo de 40 horas com dois dias de descanso, permitindo negociação coletiva para ajustes setoriais.
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