A Operação Fluxo Oculto revelou um esquema sofisticado de lavagem de dinheiro que utilizou seis fintechs e quatro fundos de investimento para movimentar R$ 26 bilhões. As investigações indicam que organizações criminosas, como o PCC, exploraram brechas regulatórias e a falta de identificação individualizada nas chamadas 'contas-bolsão' para ocultar patrimônio, incluindo recursos provenientes de desvios de nafta para adulteração de combustíveis. O caso ganha urgência após os Estados Unidos classificarem o PCC e o Comando Vermelho como grupos terroristas, elevando o risco de sanções internacionais para empresas brasileiras. Em resposta, o Banco Central e a Receita Federal intensificaram as exigências de monitoramento sobre transações digitais e criptoativos, buscando mitigar a infiltração do crime organizado no sistema financeiro e proteger a integridade do setor frente às crescentes pressões regulatórias.
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