A influenciadora Deolane Bezerra foi presa em sua residência, em Tamboré, no âmbito da operação Vérnix, que investiga um esquema de lavagem de dinheiro voltado para a facção criminosa PCC. As autoridades apontam que o grupo utilizava fintechs, empresas de fachada e o fracionamento de valores para ocultar a origem ilícita de recursos, movimentando mais de R$ 140 milhões. Relatórios do Coaf e laudos periciais confirmaram transações financeiras incompatíveis com a renda declarada pela influenciadora, que viu suas movimentações saltarem para valores superiores a R$ 30 milhões através de instituições financeiras digitais. A Justiça determinou o bloqueio de R$ 327 milhões em bens dos envolvidos para conter a lavagem de capitais.
A investigação, que também mira lideranças como Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, e seus familiares, revelou uma estrutura complexa de ocultação de patrimônio. Além do uso de endereços incompatíveis para empresas de fachada, o esquema envolvia a aquisição de bens de luxo para dissimular a origem do dinheiro. Dois dos investigados foram identificados no exterior, o que motivou a solicitação de inclusão de seus nomes na Difusão Vermelha da Interpol, evidenciando o alcance da malha financeira montada para movimentar os recursos da facção no sistema financeiro.
Times Brasil • 21 mai, 23:11
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