O governo brasileiro, por meio do Gecex, decidiu renovar o sistema de tarifa-cota para a importação de aço, mantendo as alíquotas atuais de 10,8% e 12% dentro das cotas e 25% para volumes excedentes. A estratégia, que inclui uma redução nos volumes permitidos, visa proteger a indústria siderúrgica nacional da concorrência externa sem elevar as tarifas de forma linear para 35%. A medida é vista como eficiente por analistas do Bradesco BBI, que esperam uma queda nas importações no curto prazo. No setor financeiro, a expectativa é de que a restrição à oferta estrangeira pressione os preços internos, favorecendo o EBITDA de empresas como CSN, Gerdau e Usiminas. O Goldman Sachs destacou o cenário positivo para a Usiminas, elevando a recomendação da ação para compra, fundamentado no valuation atrativo e na forte exposição da companhia ao mercado interno.
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