O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, intensificou a ofensiva diplomática e econômica contra o governo de Cuba, sob a diretriz de 'pressão máxima' da administração Trump. A estratégia inclui sanções rigorosas contra o conglomerado militar GAESA, o que tem levado empresas estrangeiras a suspenderem operações na ilha. Paralelamente, o Comando Sul dos EUA realizou exercícios militares para preparar respostas a possíveis instabilidades internas, embora Washington negue planos de invasão. Para mitigar o impacto social, o governo americano anunciou 100 milhões de dólares em assistência humanitária, direcionados a instituições como a Igreja Católica, evitando o repasse direto ao Estado cubano. Rubio sustenta que a crise na ilha decorre da má gestão interna, buscando acelerar a transição política após o enfraquecimento de aliados regionais do regime, como o governo de Nicolás Maduro na Venezuela.
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