O governo do presidente Donald Trump tem enfrentado dificuldades nas negociações diplomáticas com Cuba, optando por manter uma estratégia de pressão econômica severa. A administração americana intensificou as sanções contra o Gaesa, conglomerado controlado pelos militares cubanos, com o objetivo de enfraquecer a estrutura financeira que sustenta o regime. A medida ocorre em um momento em que a ilha enfrenta uma crise energética sem precedentes, marcada pela escassez de diesel e óleo combustível para o funcionamento das usinas elétricas.
Negociadores dos EUA relatam impasses constantes ao lidar com as facções internas do governo cubano. As exigências de Washington para uma possível normalização incluem reformas econômicas estruturais, o ressarcimento por ativos expropriados e a libertação de presos políticos. O secretário de Estado, Marco Rubio, reforçou a postura de rigidez, afirmando que não há expectativa de recuperação econômica para a ilha enquanto a atual liderança permanecer no poder.
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