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Trump ameaça Omã por planos de cobrar pedágio no Estreito de Ormuz

O presidente dos EUA ameaçou Omã com retaliação militar caso o país colabore com o Irã na cobrança de taxas no Estreito de Ormuz, embora tenha suavizado o tom posteriormente.

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Foto: Politico White House
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27/05 às 16:15 · atualizado há 2m

Pontos principais

  • Donald Trump ameaçou Omã com ataques diretos caso o país implemente pedágios no Estreito de Ormuz em parceria com o Irã.
  • O presidente afirmou que o estreito deve permanecer aberto como águas internacionais sob livre navegação.
  • O Estreito de Ormuz permanece bloqueado desde fevereiro de 2025, impactando os preços globais de energia.
  • Após a repercussão das ameaças, Trump minimizou a gravidade de suas falas, afirmando que a situação com o aliado será resolvida.
  • A postura reflete o estilo imprevisível da política externa americana em meio às tensões no Golfo Pérsico.
  • A administração Trump mantém uma postura assertiva e de vigilância sobre o controle estratégico da rota marítima.

O presidente Donald Trump intensificou a pressão diplomática sobre Omã, ameaçando o país com ações militares caso prossiga com planos de cobrar pedágios no Estreito de Ormuz em parceria com o Irã. Durante uma reunião de gabinete na Casa Branca, o presidente exigiu que o país, tradicionalmente um aliado dos EUA, se comporte, sob pena de sofrer ataques diretos. A administração americana sustenta que a rota deve permanecer sob livre navegação e rejeita qualquer cobrança de taxas por nações específicas, reforçando sua postura agressiva em relação à segurança marítima na região. O Estreito de Ormuz, ponto crítico para o comércio global, encontra-se bloqueado desde fevereiro de 2025, gerando impactos significativos na economia mundial e alertas sobre uma possível crise de abastecimento.

Logo após a repercussão das ameaças, contudo, Trump adotou um tom mais conciliador ao comentar o caso, declarando que Omã ficará bem. Essa oscilação na retórica é vista por analistas como um reflexo do estilo imprevisível da política externa do governo Trump. Apesar da suavização momentânea no discurso, a situação permanece tensa, uma vez que o fechamento prolongado da rota continua a pressionar os preços dos combustíveis e a manter o foco da comunidade global sobre as negociações entre Washington e Mascate.

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