O governo dos Estados Unidos, sob a presidência de Donald Trump, elevou a tensão diplomática com Omã ao ameaçar o país com sanções econômicas e retaliação militar. A pressão está concentrada no controle do Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais estratégicas do mundo. O secretário do Tesouro, Scott Bessent, afirmou que qualquer agente que facilite cobranças ou restrições na passagem enfrentará medidas severas. A postura marca uma mudança brusca na relação com Omã, historicamente conhecido como a 'Suíça do Oriente Médio' por seu papel neutro e mediador em crises regionais.
Embora existam relatos de negociações em curso para garantir a livre navegação no estreito, o tom adotado pela Casa Branca gerou críticas de analistas e parlamentares. O senador Chris Murphy classificou a retórica como um erro estratégico, temendo que a pressão sobre um aliado histórico possa agravar a instabilidade na região em um momento de crise diplomática já sensível.
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