O debate sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa extinguir a jornada de trabalho 6x1 ganhou novos contornos após críticas do senador Rogerio Marinho. O parlamentar, que atua como coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro, classificou o parecer apresentado pelo deputado Leo Prates como um desastre para o país. Segundo Marinho, a proposta falha ao não prever compensações adequadas para as empresas e ao estabelecer um período de transição considerado curto demais para a adaptação do mercado.
A oposição argumenta que a mudança, da forma como está estruturada no relatório, representa uma ameaça à estabilidade econômica e à viabilidade financeira de diversos setores. O tema segue no centro das discussões no Congresso, refletindo a polarização sobre os impactos da redução da carga horária na produtividade nacional e nos custos operacionais das empresas.
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