O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, manifestou-se contra a concessão de compensações financeiras às empresas no âmbito da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que propõe o fim da escala de trabalho 6x1. Segundo o ministro, o impacto financeiro para o setor seria mitigado pelo aumento da produtividade e pela diminuição do absenteísmo entre os trabalhadores. O relator da proposta, deputado Léo Prates, corroborou a visão de Marinho, classificando a exigência de contrapartidas como incompatível com as dinâmicas atuais do mercado de trabalho. Em contrapartida, representantes do setor produtivo buscam incluir emendas que preveem incentivos tributários, como a redução do FGTS e deduções na CSLL, para suavizar os custos de uma eventual transição. A expectativa é que o texto final seja apresentado nos próximos dias, com a votação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) agendada para a semana seguinte.
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