Ministros da ala de extrema-direita do governo de Israel, liderados por Itamar Ben Gvir, intensificaram a pressão pública pela retomada de operações militares em larga escala no Líbano. O grupo defende uma resposta mais severa contra o Hezbollah, sugerindo medidas como o corte de eletricidade no país vizinho e ataques diretos a Beirute em retaliação a investidas de drones. A movimentação ocorre em um momento crítico para a diplomacia regional, onde as negociações de paz enfrentam instabilidade. Ben Gvir, que comanda o partido Otzma Yehudit, também busca alinhar essa postura de confronto com o governo do presidente Donald Trump. A pressão interna coloca o primeiro-ministro israelense em uma posição delicada, equilibrando as demandas da ala radical de sua coalizão com os esforços internacionais para conter a escalada do conflito no Oriente Médio.
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