O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, ordenou a expansão da ofensiva militar no sul do Líbano para ampliar a "zona de segurança" contra o Hezbollah.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, ordenou a expansão da ofensiva militar no sul do Líbano. A decisão tem como objetivo ampliar a "zona de segurança" e "mudar fundamentalmente a situação de segurança na região", em meio à intensificação do conflito no Oriente Médio e para afastar o disparo de mísseis das fronteiras israelenses. O ministro das Relações Exteriores de Israel, Israel Katz, indicou a possibilidade de ocupação de áreas do Líbano se o governo local não conter o Hezbollah.
Desde o início de março, Israel tem conduzido uma operação terrestre no sul do Líbano contra o Hezbollah, destruindo pontes sobre o rio Litani e estabelecendo controle sobre rotas. As operações israelenses têm como alvo infraestrutura do Hezbollah e estruturas logísticas. O Líbano, por sua vez, acusa Israel de tentar criar uma "zona-tampão" no sul do país, desrespeitando uma resolução da ONU de 2006. Confrontos recentes resultaram na morte de um soldado israelense e nove feridos, além de quatro militares mortos desde a intensificação dos enfrentamentos. No Líbano, 51 profissionais de saúde foram mortos, mais de 1.100 pessoas morreram e mais de 1 milhão foram deslocadas.
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