O mercado brasileiro de café apresentou um comportamento distinto em abril de 2026, marcado pela queda nos preços das variedades tradicionais, gourmet e em cápsulas, em contraste com a valorização acentuada dos segmentos especial e descafeinado. Segundo dados do setor, a estabilização climática e a recuperação da safra permitiram um alívio nos custos dos cafés de consumo em massa. Em contrapartida, o café descafeinado registrou uma alta de 21%, pressionado pela complexidade de seu processo de produção, realizado majoritariamente fora do país. Já os cafés especiais, que subiram 16,8%, enfrentam desafios de escala e custos produtivos mais elevados. A Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic) mantém uma perspectiva otimista para o restante do ano, projetando que, caso as condições meteorológicas permaneçam estáveis, os preços dos cafés tradicionais devem seguir uma trajetória de queda gradual para o consumidor final.
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