O setor cafeeiro brasileiro enfrenta um cenário de incertezas que pode impactar o preço final do produto para o consumidor em 2027. A instabilidade geopolítica no Estreito de Ormuz, decorrente das tensões entre Irã e Estados Unidos, encareceu em até 40% os fertilizantes importados pelo Brasil, país que depende do mercado externo para suprir 85% de sua demanda por insumos. Paralelamente, a valorização do petróleo tem elevado os custos operacionais de sistemas de irrigação, pressionando a rentabilidade dos cafeicultores. Somado a isso, a previsão de um novo ciclo de El Niño para o segundo semestre de 2026 gera preocupações sobre a produtividade das safras futuras. Diante desse quadro de vulnerabilidade logística e climática, produtores têm buscado alternativas, como a adoção de práticas de agricultura regenerativa, para mitigar os riscos econômicos e garantir a sustentabilidade da produção nacional.
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