Interpol inclui empresário Ricardo Magro na difusão vermelha
O empresário, investigado por sonegação de R$ 52 bilhões, teve a prisão decretada pelo ministro Alexandre de Moraes no âmbito da Operação Sem Refino.
Pontos principais
- Ricardo Magro é suspeito de liderar um esquema de sonegação fiscal de R$ 52 bilhões no setor de combustíveis.
- A inclusão na Difusão Vermelha da Interpol possibilita a prisão do empresário em qualquer um dos 196 países membros.
- A ordem de prisão foi emitida pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, durante a Operação Sem Refino.
- A investigação também envolve mandados de busca contra o ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro.
- A Polícia Federal aponta que Magro vive fora do Brasil há cerca de dez anos, o que dificulta o processo de extradição.
O empresário Ricardo Magro foi incluído na lista de Difusão Vermelha da Interpol por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. A medida ocorre no contexto da Operação Sem Refino, que investiga um esquema bilionário de sonegação fiscal no setor de combustíveis, estimado em R$ 52 bilhões. A inclusão no sistema internacional permite que o investigado seja detido em qualquer um dos 196 países membros da organização, facilitando uma possível extradição. A Polícia Federal sustenta que Magro reside no exterior há aproximadamente uma década, o que tem sido um obstáculo para as autoridades brasileiras. Além do empresário, a operação também atingiu o ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, alvo de mandados de busca e apreensão. O caso destaca o esforço do Judiciário e da PF em desarticular grandes esquemas de evasão fiscal que impactam o erário público.
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