Moraes decreta prisão de Ricardo Magro por elo com PCC e fraude fiscal
O empresário Ricardo Magro teve prisão preventiva decretada por suspeitas de ligação com o PCC e liderança em fraude bilionária no setor de combustíveis.
Pontos principais
- O ministro Alexandre de Moraes ordenou a prisão preventiva do controlador do Grupo Refit.
- Magro é investigado por supostas conexões com o PCC e liderança em esquema de fraude fiscal de R$ 52 bilhões.
- A Operação Sem Refino apura crimes de sonegação, lavagem de dinheiro e corrupção envolvendo o setor de combustíveis.
- O empresário reside no exterior desde 2018, e a PF foi autorizada a incluí-lo na Difusão Vermelha da Interpol para extradição.
- Buscas e apreensões foram realizadas no âmbito da investigação, que também mira a cooptação de agentes públicos.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinou a prisão preventiva do empresário Ricardo Magro, controlador do Grupo Refit. A decisão ocorre no âmbito da Operação Sem Refino, que investiga o executivo por supostas ligações com a facção criminosa PCC e por liderar um esquema de fraudes bilionárias no setor de combustíveis, estimado em R$ 52 bilhões em prejuízos aos cofres públicos. A investigação apura crimes de sonegação fiscal, lavagem de dinheiro e corrupção, envolvendo o uso de empresas de fachada e offshores. Como Magro reside no exterior desde 2018, a Polícia Federal foi autorizada a incluí-lo na Difusão Vermelha da Interpol para viabilizar sua extradição. O caso, que também resultou em buscas e apreensões contra outros envolvidos, é considerado uma das maiores investigações de fraude fiscal já conduzidas no país.
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