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Lula afirma que fim da escala 6x1 respeitará realidades setoriais

O presidente Lula defendeu a necessidade de discutir o fim da escala 6x1, assegurando que a transição será gradual e dialogada com o setor produtivo.

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Foto: G1 Política
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19/05 às 13:32 · atualizado há 1m

Pontos principais

  • Lula reiterou que o fim da escala 6x1 será debatido respeitando as particularidades de cada setor produtivo.
  • O presidente pediu que empresários não se assustem com a proposta, classificando a mudança como necessária.
  • Pesquisa da Quaest aponta que 68% da população brasileira apoia o fim da atual escala de trabalho.
  • O governo reforçou que a alteração será feita de forma gradual e adaptada à realidade de cada categoria.
  • Representantes do setor produtivo alertam para possíveis aumentos de custos operacionais e perda de competitividade.
  • O governo busca equilibrar a demanda social por mais tempo de lazer com a viabilidade econômica das empresas.
  • Lula destacou a importância da parceria entre governo e empresariado para a geração de empregos e obras de infraestrutura.

O presidente Lula sinalizou a empresários, durante o Encontro Internacional da Indústria da Construção (Enic), que o debate sobre o fim da escala 6x1 não resultará em imposições arbitrárias. Embora tenha classificado a mudança como necessária para atender aos anseios da sociedade por mais tempo livre, o mandatário pediu tranquilidade ao setor produtivo, enfatizando que a implementação será gradual e adaptada às especificidades de cada categoria profissional. A discussão ganha força em meio a uma crescente demanda social, com 68% da população favorável à alteração, segundo dados da Quaest. Em resposta a preocupações sobre custos operacionais e competitividade, o governo reiterou que não pretende impor mudanças de forma unilateral, buscando um equilíbrio sustentável entre os direitos dos trabalhadores e a viabilidade dos negócios. Economistas sugerem que qualquer alteração na jornada deve ser acompanhada por investimentos em produtividade e qualificação para mitigar impactos negativos. Além do tema trabalhista, o governo reafirmou seu compromisso com a parceria com o setor privado, destacando a relevância da construção civil na geração de empregos e no crescimento do crédito imobiliário no país.

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