O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) buscou associar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, a supostas irregularidades envolvendo o Banco Master. A investida ocorre em um momento de desgaste político para o parlamentar, que registrou queda nas intenções de voto em pesquisas recentes. Ao apontar uma suposta proximidade entre o governo e o empresário Daniel Vorcaro, dono da instituição financeira, Flávio tenta angariar apoio para a criação de uma CPMI destinada a investigar o banco. O senador nega qualquer conduta ilícita em sua relação com a instituição, justificando que o contato era estritamente profissional e voltado à produção de um filme biográfico sobre o ex-presidente Donald Trump. A estratégia enfrenta resistência da base governista, que se opõe à abertura da comissão de inquérito no Congresso.
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