Lula critica Bolsonaro e Campos Neto por corrupção e Banco Master
Lula criticou Bolsonaro e Campos Neto por suposta falta de investigação da corrupção e irregularidades no Banco Master, que gerou rombo de R$ 52 bilhões, e tentou se desvincular do escândalo.
Pontos principais
- O jornalista Eduardo Moreira criticou Jair Bolsonaro em entrevista com o presidente Lula, citando casos de corrupção como o Banco Master e fraudes no INSS.
- Lula associou as irregularidades do Banco Master ao governo Bolsonaro, Paulo Guedes e Roberto Campos Neto, defendendo a investigação da 'bandidagem do Vorcaro'.
- O Banco Master foi liquidado pelo Banco Central em novembro de 2025, com um rombo de R$ 52 bilhões no FGC e prejuízo de R$ 2 bilhões a fundos de Previdência.
- A empresa Master realizou pagamentos milionários a figuras do alto escalão, aprofundando a crise institucional.
- Lula alertou o ministro Alexandre de Moraes sobre o caso Banco Master, sugerindo que se declarasse impedido devido ao envolvimento de sua esposa, Viviane Barci, contratada pelo banco.
- Lula aconselhou Alexandre de Moraes a não deixar sua reputação ser prejudicada, indicando que o ministro está sendo 'carimbado' por sua atuação no 8 de janeiro.
- A operação Sem Desconto da PF, em abril de 2025, investigou fraudes em aposentadorias e pensões do INSS, levando à demissão do ministro Carlos Lupi.
- Lula tentou se distanciar do escândalo do Banco Master, buscando atribuir responsabilidade ao ministro Alexandre de Moraes.
Durante uma entrevista, o jornalista Eduardo Moreira criticou o ex-presidente Jair Bolsonaro, alegando que seu governo não investigou a corrupção, citando os casos do Banco Master e fraudes no INSS. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva corroborou as críticas, associando as irregularidades do Banco Master ao governo Bolsonaro, Paulo Guedes e Roberto Campos Neto. Lula também revelou ter alertado o ministro Alexandre de Moraes sobre o caso Banco Master, sugerindo que ele se declarasse impedido devido ao envolvimento de sua esposa, Viviane Barci, que foi contratada pelo banco.
O Banco Master foi liquidado pelo Banco Central em novembro de 2025, resultando em um rombo de quase R$ 52 bilhões no FGC e um prejuízo de cerca de R$ 2 bilhões para fundos de Previdência. O governo atual responsabiliza Roberto Campos Neto pela aprovação do banco. O escândalo Master, que envolve pagamentos milionários a figuras do alto escalão, está ampliando uma crise institucional no país e gerando pressão sobre o presidente Lula e Alexandre de Moraes. Além disso, a operação Sem Desconto da Polícia Federal, em abril de 2025, investigou fraudes em aposentadorias e pensões do INSS, culminando na demissão do ministro Carlos Lupi.
Em outro momento, Lula aconselhou Alexandre de Moraes a não deixar sua reputação ser prejudicada, afirmando que o ministro está sendo 'carimbado' por sua atuação nos eventos de 8 de janeiro, e defendeu o papel de Moraes como 'muito digno' nesses acontecimentos. O presidente também buscou se desvincular do escândalo do Banco Master, tentando atribuir responsabilidade ao ministro Alexandre de Moraes.
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