O Partido dos Trabalhadores (PT) divulgou um vídeo que busca vincular o senador Flávio Bolsonaro ao escândalo do Banco Master. A peça de propaganda associa o parlamentar ao que chama de "esquema bolsomaster" e à aquisição de uma mansão de R$ 6 milhões em Brasília, alegando que ele seria o "filho mais corrupto do Bolsonaro" e mencionando práticas como rachadinhas e lavagem de dinheiro. No entanto, Flávio Bolsonaro não é alvo de investigações formais no caso Master, e a compra de sua mansão em 2021 foi financiada pelo BRB, antes do relacionamento do banco com o Master.
O vídeo do PT ressalta que o Banco Master obteve autorização para operar em 2019, durante o governo Bolsonaro, e que um dos sócios do banco realizou doações de R$ 5 milhões para as campanhas de Bolsonaro e Tarcísio de Freitas. Em contrapartida, figuras ligadas ao PT também tiveram contato com o banco: o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega prestou consultoria ao Banco Master e intermediou uma reunião entre Daniel Vorcaro, do banco, e o presidente Lula. Além disso, o escritório de familiares de Ricardo Lewandowski, atual ministro da Justiça, também prestou serviços jurídicos ao Banco Master.
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